Rabiscos

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Cada passo, bem medido
Qual compasso bem travado
Cada passo, dou um giro
E me viro pr'outro lado
Cada giro, um rabisco
Às vezes sem precisão
Cada passo, cada risco
Girando meio sem razão
Tem uma razão toda singela
Tentar da (minha) forma mais bela
Te desenhar meu coração

Partilha

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Tudo que é teu
Mescla, mistura
Entranha no meu
E meu eu
Se desfaz
Inspirando teu ar
E, se volta ao lugar
Após o beijo teu
O que é, já não há
Renasci
Somos nós
Tu e eu

Raul Tributado: Uma Viagem a Anarkilópolis

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Foto: Maksuel Martins

Acho que o final do show resume tudo: fomos (o público e a banda) gentilmente "convidados a vazar" do SESC Centro porque tinha estourado o horário de encerramento de shows em Macapá e ainda tinha muita música pra tocar. Acompanhado (quase sempre) de batera, guitarra e baixo, Silvio Carneiro extrapolou em todos os bons sentidos na apresentação em homenagem a Raul, no Projeto Botequim do SESC Amapá. Não foi cover, isso é bem claro, o Silvio cantou as músicas do Raulzito do jeito que ele tava afim e era isso mesmo, o que foi muito bom. Tempo atrás, o Sergio Leite (um cover paraense do Raul) fez show aqui e o Silvio não foi, quando questionei "porque näo fosse?", ele disse que um dos motivos era pra não pegar trejeitos de outros. Realmente, tua apresentação foi única e muito madura, deu certíssimo. Dos clássicos aos lado-B, Raul com certeza foi bem tocado ontem a noite com alguns descompassos leves. Parabéns ao Silvio que pensou e fez um show de Raul muito bom, aos amigos e galera em geral que tocaram o terror fazendo o show virar um ótimo "piseiro".

Defina Saudade

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Naquele momento
Meu ar exauriu
Distante de tudo
Em meio a baderna
Nada mais existia
Apenas teu rosto
Ausente, presente
Onde estás,
Nesse instante
Não colada
Em mim?

Corrida de Saco

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Dois pés quase grudados
Joelhos em pura tensão
Duas mãos muy cerradas
E pura concentração

Levanta Pé-Joelho-Pulo
Levanta Pé-Joelho-Pulo

Quem é ruim de coordenação
Ou perde fácil concentração
Pé não se joga em pulo
Joelho fica molenga
Fatídica resolução
Se estabaca no chão

Existe aí uma lição?

Dia Internacional da Renata

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Há muitos anos, nesse dia
Nasceu uma menina moreninha 
Cabelo preto e de franjinha
Lá pras bandas do Sul

Depois jovenzinha saiu de lá
Foi pra Recife ficar perto do mar
Ouvia emocore e passeava nos bar
Botou até piercing e vivia no RA

Fez faculdade de biologia
Mas vive falando de psicologia
Era vegetariana, não é mais
E cuida do seu filho todo dia

Agora ela virou concurseira
Mas ela ainda é legal
Parabéns Renata Azambuja Gomes
Pelo seu dia Internacional!

Clareza, por favor

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Meu coração, arritmia
Minha mente, revelia
Sem caminhos certos
Sem escolhas claras
Silêncio e revoluções
Guerras e resoluções
Nunca fui eu só
Agora sei bem
Mas se não sou só
Sou eu e mais quem?